TODO AQUELE QUE CRÊ NUM DOGMA, ABDICA COMPLETAMENTE DE SUAS FACULDADES. MOVIDO POR UMA CONFIANÇA IRRESISTÍVEL E UM INVENCÍVEL MEDO DOENTIO, ACEITA A PÉS JUNTOS AS MAIS ESTÚPIDAS INVENÇÕES.

Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

Ensinos escriturísticos

 

A justiça de Deus

 

 

Quando, no Sinai, explodiu o Verbo Divino e apareceram as Tábuas da Lei com os Mandamentos do Decálogo, o Senhor impôs ao homem, como um dos seus sagrados preceitos, a proteção aos animais, aos quais devemos proporcionar "o descanso no sétimo dia", conforme se nos depara em Êxodo, XX, 10: "Não farás nenhuma obra no sábado (7.° dia), nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, NEM TUA BESTA, nem o teu estrangeiro que está dentro de tuas portas". Quando o Senhor anunciou o "dilúvio" a Noé, e ordenou Ihe a construção da Arca, mandou-lhe também que recolhesse todos os animais, como se verifica em Gênese, VII, 1 a 3.

E para que teria o Senhor criado os animais, se neles não existisse uma alma Imortal, imperfeita mas perfectível, dotada, portanto, dos atributos essenciais para a conquista da felicidade na senda da Evolução!

Que deus é esse que cria seres que sentem e que amam, em quem se verificam os mesmos cinco sentidos que caracterizam o bípede humano, fá-los passar por uma série longa de sofrimentos e por fim aniquila-os para sempre, extingue-os na noite tenebrosa da morte!

Onde está a justiça, a equidade, a caridade, a sabedoria do Criador, dando a vida a seres inferiores que, não obstante, irradiam inteligência, demonstram perfectibilidade, externam sentimentos afetivos; fisicamente mantêm-se como nos mantemos; suscetíveis ao amor e ao ódio, sentem, sofrem, choram, e não se lhes permite gozar o mérito do seu trabalho, as recompensas dos seus gemidos, os resultados do seu amor, a luz dos seus conhecimentos, a imortalidade da sua vida!

Como poderemos nós, criaturas imperfeitas, amar de todo o nosso coração, de toda a nossa alma um Deus que se compraz no mal, que vive da injustiça, que não ama suas criaturas?

Não, esse deus tirano, esse pai que cria filhos para os devorar, não é o Deus Sábio, o Deus Bom em quem Jesus e o Espiritismo nos mandam crer!

 

publicado por SÉRGIO RIBEIRO às 00:01

Sábado, 24 de Julho de 2010

 

"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente-a-frente à razão em todas as épocas da Humanidade". Allan Kardec

Frequentemente sou abordada por pessoas que questionam acerca das diferenças entre Espiritismo e Espiritualismo. Perguntam, ainda, se ambas as doutrinas não seriam a mesma coisa.

Em verdade, a maior parte das questões formuladas não é pronunciada exatamente dessa maneira. Muitos indagam se sou ‘espírita kardecista’ ou se sou ‘espírita de mesa branca’. Tem também os que desejam saber se no Centro Espírita onde desenvolvo minhas tarefas fazemos trabalhos de macumba ou reuniões mediúnicas públicas. E por aí vai. As perguntas são as mais variadas e a maioria delas reflete um grande desconhecimento do público sobre o tema.

Importante frisar que essa confusão não acontece apenas nos meios não religiosos. Ela é muito frequente entre os espiritualistas que em sua maioria não conhecem as bases filosóficas da doutrina à qual pertencem.

Obviamente, não é à toa que tal fenômeno ocorre. São fatores históricos que geraram tais confusões que, aliás, parecem ser de senso-comum, uma vez observada à naturalidade com que muitos afirmam que todo culto afro-católico é uma doutrina espírita, o que não é verdade. Kardec, quando elaborou o prefácio da obra viga mestra (O Livro dos Espíritos), afirmou que para coisas novas deveriam existir palavras novas. Foi aí que definiu a palavra Espiritismo e Espíritas (ou espiritistas) para diferenciar a Doutrina e seus seguidores das de outros movimentos religiosos.

Umbandistas não são Espíritas, nem cartomantes ou qualquer pessoa que desenvolva atividades ligadas às “mancias” (cristalomancia, quiromancia, etc.).

Isso não desmerece em nada as doutrinas espiritualistas – apenas dá conta de colocar cada coisa em seu devido lugar. Quem estuda as obras kardequianas e segue tal doutrina é Espírita. Simples assim.

Não existe a palavra kardecismo, visto que Kardec não fundou nada, a Doutrina não é dele, mas sim dos Espíritos. Ele contribuiu com suas colocações lúcidas e organizou as informações vindas do Plano Mais Alto. Também não existe mesa branca: nos Centros Espíritas temos todos os tipos de cores de mesa e nem sempre as toalhas que as revestem são brancas. Também não realizamos reunião mediúnica pública - entendemos, através de nossos estudos, que tais reuniões devem ser privativas.

Também não acendemos velas, nem realizamos sacramentos, tais como casamentos ou batizados.

Não cultuamos imagens de santos, nem tomamos banho com sal grosso.

Não carregamos “figas”, tampouco patuás, fitinhas ou amuletos.

Vale frisar que também não consideramos tais práticas perniciosas, apenas não fazem parte da Doutrina Espírita e, portanto, um verdadeiro espírita deverá evitá-las, sem condenar as pessoas que delas se valem, de acordo com suas crenças particulares. Aqui o objetivo nunca será discriminar qualquer forma de religião, fazer proselitismo ou pregar o Espiritismo como sendo a maior ou a melhor das religiões. O que é preciso creio eu, é situarmos as coisas, pois esta confusão serve de munição para aqueles que atacam esta religião.

Espiritualismo é a doutrina ou sistema que admite a presença, no homem e no mundo em geral, do elemento espiritual. Desse modo, a maior parte das religiões são espiritualistas, uma vez que creem na existência da dualidade corpo e alma. O Espiritualismo é o oposto do materialismo, que afirma não existir nada além da matéria.

Espiritismo, contudo, significa Doutrina dos Espíritos. Ou seja, há um parentesco significativo entre ambas, mas não são a mesma coisa. Aliás, posso afirmar que elas apresentam práticas bastante diferentes.

O Espiritismo compreende alguns pontos que o afastam do Espiritualismo das religiões tradicionais. São eles: a crença na reencarnação; a descrença na doutrina das penas eternas; a crença na pluralidade dos mundos habitados e a crença na comunicabilidade dos Espíritos através da mediunidade. Além disso, para o espírita o estudo necessita ser constante e a busca por sua melhoria íntima idem.

Resumindo: todo Espírita é Espiritualista, mas nem todo Espiritualista é Espírita.

Sugiro ao caro leitor, caso se interesse pelo assunto, que leia as obras “O Que é o Espiritismo” de Allan Kardec e “O que não é o Espiritismo” de José Carlos Leal.

O tema é amplo e merece um olhar mais atento, principalmente em nosso país, onde há um número considerável de pessoas simpatizantes de ambas as doutrinas.

Claudia Gelernter

Publicado no Recanto das Letras em 10/11/2007
Código do texto: T731986

 

publicado por SÉRGIO RIBEIRO às 19:48

Terça-feira, 06 de Julho de 2010

 

“Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. A isso obriga a proximidade de tanta imundice.”  F. Nietzsche, O Anticristo.

 

“O Gênesis é um livro imoral: os eleitos de Deus não são escolhidos em razão do mérito, mas em virtude de um decreto arbitrário, no qual a obediência passiva é a virtude essencial; os escroques são recompensados e os ingênuos punidos; o próprio Deus ordena ou organiza massacres…” R. Dalian, Biografia de Deus.

 

“Tinha a jovem Sara noventa anos quando Deus lhe prometeu que Abraão, então com cento e sessenta, lhe faria um filho esse ano. Abraão, que gostava de viajar, partiu para o terrível deserto de Cadés com a mulher grávida, sempre jovem e bela. Um rei desse deserto não deixou de se apaixonar por Sara, como já acontecera com o rei do Egito: apresentou a mulher como irmã e ganhou ainda nesse negócio ovelhas, bois, servos e servas. Podemos pois dizer que o tal Abraão se tornou bastante rico devido à mulher.” Voltaire, Dictionnaire Philosophique

 

“Causa-me horror o Deus sanguinolento e fúnebre que separou o homem da natureza.” Guerra Junqueiro

 

 “Como monumento literário, a Bíblia é muito mais nova do que os Vedas e uma parte dos Qings; como valor poético, fica atrás de tudo o que alguns poetas de Segunda ordem têm criado nos últimos dois mil anos. Quanto a querer compará-la com as soberbas criações de Homero, de Sófocles, de Dante, de Shakespeare ou de Goethe, é ideia que só poderia ocorrer a um fanático, obcecado talvez pela falta da oração. As noções que nos dá a Bíblia do mundo são infantis, e a sua moral é revoltante, tal como vem expressa: no Velho Testamento, pela sede de vingança de Deus; no Novo pela parábola do obreiro da última hora, pelos episódios de Madalena, da mulher adúltera e pelas relações de Cristo com a mãe.” M. Nordau, Mentiras Convencionais da Nossa Civilização

 

“O ensino derivado da Bíblia afronta a razão humana; os livros santos encontram-se em flagrante contradição uns com os outros; os livros santos erraram perante a razão, a moral, a história e as ciências da natureza; os livros santos nem sequer pertenceram, na redação atual, aos seus supostos autores.” H. Salgado, Mentiras Religiosas

 

“Os teólogos dizem: isso são mistérios insondáveis. Ao que respondemos: são absurdidades imaginadas por vós próprios. Começais por inventar o absurdo, depois fazei-nos dele a imposição como mistério divino, insondável e tanto mais profundo quando mais absurdo. É sempre o mesmo procedimento: credo quia absurdum.” M. Bakunin, Deus e o Estado.

 

“A Bíblia é refugo… é um lixo intelectual.” M. Murray-O`Hair

 

“A Bíblia não é um guia moral.” R. Ingersoll, What Would You Substitute for the Bible as a Moral Guide?

 

“A Bíblia é o código da intolerância clerical”. ’ E. Bossi, A Igreja e a Liberdade.

 

Não confio em gente que sabe exatamente o que Deus quer que elas façam. Sempre coincide com aquilo que elas próprias desejam.  Susan Brownell Anthony

 

Sempre que a moralidade se baseia na teologia, sempre que o correto se torna dependente da autoridade divina, as coisas mais imorais, injustas e infames podem ser justificadas e estabelecidas.  Ludwig Feuerbach

 

Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar. Carl Sagan

 

A ciência está aberta à crítica, que é o oposto da religião. A ciência implora para que você prove que ela está errada — que é todo o conceito — enquanto a religião o condena se você tentar provar que ela está errada. Ela te diz aceite com fé e cale a boca. Jason Stock

 

Os teólogos dizem: isso são mistérios insondáveis. Ao que respondemos: são absurdidades imaginadas por vós próprios. Começais por inventar o absurdo, depois fazei-nos dele a imposição como mistério divino, insondável e tanto mais profundo quando mais absurdo. É sempre o mesmo procedimento: credo quia absurdum [creio porque é absurdo]. Mikhail Bakunin

 

Se a bíblia está errada ao nos dizer de onde viemos, como podemos confiar nela ao dizer pra onde iremos?  Justin Brown

 

Enquanto o padre, esse negador, caluniador e envenenador da vida por profissão for aceito como uma variedade de homem superior, não poderá haver resposta à pergunta: Que é a verdade? A verdade já foi posta de cabeça para baixo quando o advogado do nada foi confundido com o representante da verdade. Friedrich Nietzsche.

 

Eu li a Bíblia de capa a capa. Chamar aquele livro de “a palavra de Deus” é um insulto a Deus. Chamar aquele livro de um guia moral é uma afronta à decência e dignidade dos povos. Chamá-lo de guia para a vida é fazer uma piada de nossa existência. E pretender que ela seja a verdade absoluta é ridicularizar e subestimar o intelecto humano.  Desconhecido.

 

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publicado por SÉRGIO RIBEIRO às 04:41

Segunda-feira, 05 de Julho de 2010

São muitos e polêmicos os comentários sobre o filme “A Paixão de Cristo”, de Mel Gipson, um católico conservador e seguidor do arcebispo Lefrève, que não aceitou todas as reformas feitas na Igreja pelo Concílio Vaticano 2º, em 1963.Mas, apesar de conservador, Mel Gibson chocou o mundo com o realismo de seu filme.

 

Seriam mesmo necessário tanto sangue e tanta dor, assim, para o meigo Nazareno? Os cristãos detestam a morte de Jesus na cruz, mas, ao mesmo tempo, parece que gostam desse fato! A Semana Santa, que respeito muito, mostra isso. Ela culmina com o lado alegre e festivo da Páscoa.

 

Mas o que mais toca os fiéis é a sangrenta Sexta-Feira Santa! E não seria justamente o conservadorismo religioso de Mel Gibson o fator principal que o levou a dar tanta ênfase à teologia de sangue tão bem focalizada pelo realismo de seu filme?

 

Os cristãos estão abalados, e os teólogos se acautelam ao falarem no assunto! Paira no ar uma mistura de crença e dúvida.

 

E, com razão, os judeus consideram os romanos também culpados pela morte de Jesus. Não aceitam arcar sozinhos com o peso da barbárie contra o Nazareno. A teologia de sangue ou de sacrifícios coloca na cabeça de nós cristãos (com exceção de algumas correntes cristãs, entre elas os espíritas) uma idéia de que foi muito boa, e até necessária para a humanidade, a morte de Jesus na cruz, já que seria ela que salva a humanidade.

 

E pasmem! Ela teria sido exigida por Deus nosso Pai bondoso, para que Ele pudesse perdoar às nossas faltas, Ele que, na verdade, não perdoa ninguém, pois só pode perdoar quem é ofendido, e Deus, um ser infinito, em nenhuma hipótese, poderia ser ofendido por nós seres finitos!

 

Confundiram, pois, os teólogos e confundem ainda hoje, ou dão a entender que confundem, a transgressão das Leis de Deus com ofensas a Deus. Mas o ensino do Nazareno é diferente da teologia de sangue: “A cada um será dado segundo suas obras” e “Ninguém deixará de pagar até o último centavo”.

 

E ela é repudiada pelo próprio Jesus: “Basta de sacrifícios, eu quero justiça e misericórdia” e “Porventura não convinha que o Cristo padecesse e entrasse em sua glória?” (Lc 24, 6). Esse último texto não fala em remissão de nossos pecados pelo sangue, mas de como sendo beneficiado o próprio Jesus.

 

Outra versão diz: “Por acaso eu não teria que sofrer, para eu me glorificar diante de meu Pai?” Também os nossos irmãos muçulmanos, cujo Alcorão tem muitas coisas da Bíblia, e, obviamente, os nossos irmãos judeus, não aceitam a teologia de sangue salvífica. Parabéns, pois, ao Mel Gibson, que, com o realismo de seu filme, desperta os cristãos duma espécie de letargia e fá-los refletir melhor sobre a estranha teologia de sangue, mesmo que, talvez, esse não tenha sido o seu propósito!

 

José Reis Chaves

www.apologiaespirita.org

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publicado por SÉRGIO RIBEIRO às 00:21

Domingo, 04 de Julho de 2010

 

Usada por pastores, padres e demais líderes religiosos. Saiba identificá-la!

 

Um impressionante texto científico sobre a verdade que acontece nas igrejas

 

 

O Nascimento da Conversão

 
            CONVERSÃO é uma palavra "agradável" para lavagem cerebral... e qualquer estudo de lavagem cerebral tem de começar com o estudo do Revivalismo Cristão no século dezenove, na América. Jonathan Edwards descobriu acidentalmente as técnicas durante uma cruzada religiosa em 1735, em Massachusetts. Induzindo culpa e apreensão aguda e aumentando a tensão, os "pecadores" que compareceram aos seus encontros de reavivamento foram completamente dominados, tornando-se submissos. Tecnicamente, o que Edwards estava fazendo era criar condições que deixavam o cérebro em branco, permitindo a mente aceitar nova programação. O problema era que as novas informações eram negativas. Ele poderia então dizer-lhes, "vocês são pecadores! vocês estão destinados ao inferno!". Como resultado, uma pessoa tentou e outra cometeu suicídio. E os vizinhos do suicida relataram que eles também foram tão profundamente afetados que, embora tivessem encontrado a "salvação eterna", eram também obcecados com a idéia diabólica de dar fim às próprias vidas.

            Uma vez que um pregador, líder de culto, manipulador ou autoridade atinja a fase de apagamento do cérebro, deixando-o em branco, os sujeitos ficam com as mentes escancaradas, aceitando novas idéias em forma de sugestão. Porque Edwards não tornou sua mensagem positiva até o fim do reavivamento, muitos aceitaram as sugestões negativas e agiram, ou desejaram agir, de acordo com elas.

Charles J. Finney foi outro cristão revivalista que usou as mesmas técnicas quatro anos mais tarde, em conversões religiosas em massa, em Nova Iorque. As técnicas são ainda hoje utilizadas por cristãos revivalistas, cultos, treinadores de potencial humano, algumas reuniões de negócios, e nas forças armadas dos EUA, para citar apenas alguns. Deixem-me acentuar aqui que eu não creio que muitos pregadores revivalistas percebam ou saibam que estão usando técnicas de lavagem cerebral. Edwards simplesmente topou com uma técnica que realmente funcionou, e outros a copiaram e continuam a copiá-la pelos últimos duzentos anos. E o mais sofisticado de nosso conhecimento e tecnologia tornou mais efetiva a conversão. Sinto fortemente que esta é uma das maiores razões para o crescimento do fundamentalismo cristão, especialmente na variedade televisiva, enquanto que muitas das religiões ortodoxas estão declinando.

 

 

 

As Três Fases Cerebrais

 
Os cristãos podem ter sido os primeiros a formular com sucesso a lavagem cerebral, mas teremos de ir a Pavlov, um cientista russo, para uma explicação científica. Nos idos de 1900, seu trabalho com animais abriu a porta para maiores investigações com humanos. Depois da revolução russa, Lênin viu rapidamente o potencial em aplicar as pesquisas de Pavlov para os seus próprios objetivos.

            Três distintos e progressivos estados de inibição transmarginal foram identificados por Pavlov. O primeiro é a fase EQUIVALENTE, na qual o cérebro dá a mesma resposta para estímulos fortes e fracos. A segunda é a fase PARADOXAL, na qual o cérebro responde mais ativamente aos estímulos fracos do que aos fortes. E a terceira é a fase ULTRA-PARADOXAL, na qual respostas condicionadas e padrões de comportamento vão de positivo para negativo, ou de negativo para positivo.

Com a progressão por cada fase, o grau de conversão torna-se mais efetivo e completo. São muitos e variados os modos de alcançar a conversão, mas o primeiro passo usual em lavagens cerebrais políticas ou religiosas é trabalhar nas emoções de um indivíduo ou grupo, até eles chegarem a um nível anormal de raiva, medo, excitação ou tensão nervosa.

            O resultado progressivo desta condição mental é prejudicar o julgamento e aumentar a sugestibilidade. Quanto mais esta condição é mantida ou intensificada, mais ela se mistura. Uma vez que a catarse, ou a primeira fase cerebral é alcançada, uma completa mudança mental torna-se mais fácil. A programação mental existente pode ser substituída por novos padrões de pensamento e comportamento.

Outras armas fisiológicas freqüentemente utilizadas para modificar as funções normais do cérebro são os jejuns, dietas radicais ou dietas de açúcar, desconforto físico, respiração regulada, canto de mantras em meditação, revelação de mistérios sagrados, efeitos de luzes e sons especiais, e intoxicação por drogas ou por incensos.
Os mesmos resultados podem ser obtidos nos tratamentos psiquiátricos contemporâneos por eletrochoques e mesmo pelo abaixamento proposital do nível de açúcar no sangue, com a aplicação de injeções de insulina. Vale ressaltar que hipnose e táticas de conversão são duas coisas distintas e diferentes, e que as técnicas de conversão são muito mais poderosas. Contudo, as duas são freqüentemente misturadas... com poderosos resultados.

 

 




Como os Pregadores Revivalistas Trabalham


           
Se você desejar ver um pregador revivalista em ação, há provavelmente vários em sua cidade. Vá para a igreja ou tenda e sente-se acerca de três-quartos da distância ao fundo. Muito provavelmente uma música repetitiva será tocada enquanto o povo vem para o serviço. Uma batida repetitiva, idealmente na faixa de 45 a 72 batidas por minuto (um ritmo próximo às batidas do coração humano) é muito hipnótica e pode gerar um estado alterado de consciência, com olhos abertos, em uma grande porcentagem das pessoas. E, uma vez você esteja em um ritmo alfa, você está pelo menos 5 vezes mais sugestionável do que você estaria, em um ritmo beta, de plena consciência. A música é provavelmente a mesma para cada serviço, ou incorpora a mesma batida, e muitas das pessoas irão para um estado alterado de consciência quase imediatamente após entrarem no santuário. Subconscientemente, eles recordam o estado mental quando em serviços religiosos anteriores, e respondem de acordo com a programação pós-hipnótica.

            Observe as pessoas esperando pelo início do serviço religioso. Muitas exibirão sinais exteriores de transe: corpo relaxado e olhos ligeiramente dilatados. Freqüentemente, eles começam a agitar as mãos para diante e para trás no ar, enquanto estão sentadas em suas cadeiras. A seguir, o pastor assistente muito provavelmente virá, e falará usualmente com uma simpática "voz ritmada".

 



Técnica da Voz Ritmada

 
           
Uma "voz ritmada" é um estilo padronizado, pausado, usado por hipnotizadores quando estão induzindo um transe. É também usado por muitos advogados, vários dos quais são altamente treinados hipnólogos, quando desejam fixar um ponto firmemente na mente dos jurados. Uma voz ritmada pode soar como se o locutor estivesse conversando ao ritmo de um metrônomo, ou pode soar como se ele estivesse enfatizando cada palavra em um estilo monótono e padronizado. As palavras serão usualmente emitidas em um ritmo de 45 a 60 batidas por minuto, maximizando o efeito hipnótico.

            Agora, o pastor assistente começa o processo de "acumulação". Ele induz um estado alterado de consciência e/ou começa a criar excitação e expectativas na audiência. A seguir, um grupo de jovens mulheres vestidas em longos vestidos brancos que lhes dão um ar de pureza, vêm e iniciam um canto. Cantos evangélicos são o máximo, para se conseguir excitação e ENVOLVIMENTO. No meio do canto, uma das garotas pode ser "golpeada por um espírito" e cai, ou reage como se estivesse possuída pelo Espírito Santo. Isto efetivamente aumenta a excitação na sala. Neste ponto, hipnose e táticas de conversão estão sendo misturadas e o resultado é que toda a atenção da audiência está agora tomada, enquanto o ambiente torna-se cada vez mais tenso e excitado.

            Exatamente neste momento, quando a indução ao estado mental alfa foi conseguido em massa, eles irão passar o prato ou cesta de coleta. Ao fundo, em uma voz ritmada a 45 batidas por minuto, o pregador assistente poderá exortar, "dê ao Senhor...dê ao Senhor...dê ao Senhor...dê ao Senhor". E a audiência dá. Deus pode não obter o dinheiro, mas seu já rico representante, sim.

A seguir, vem o pregador fogo-e-enxôfre. Ele induz medo e aumenta a tensão falando sobre "o demônio", "ir para o inferno", e sobre o Armageddon próximo. Na maioria da assembléias revivalistas, "depoimentos" ou "testemunhos" usualmente seguem-se ao sermão amedrontador. Pessoas da audiência virão ao palco relatar as suas histórias. "Eu estava aleijado e agora posso caminhar!". "Eu tinha artrite e ela se foi!". Esta é uma manipulação psicológica que funciona. Depois de ouvir numerosos casos de curas milagrosas, a pessoa comum na audiência com um problema menor está certa de que ela pode ser curada. A sala está carregada de medo, culpa e intensa expectativa e excitação.

            Agora, aqueles que querem ser curados são freqüentemente alinhados ao redor da sala, ou lhes é dito para vir à frente. O pregador pode tocá-los na cabeça e gritar "esteja curado!". Isto libera a energia psíquica, e, para muitos, resulta a catarse. Catarse é a purgação de emoções reprimidas. Indivíduos podem gritar, cair ou mesmo entrar em espasmos. E se a catarse é conseguida, eles possuem uma chance de serem curados. Na catarse (uma das três fases cerebrais anteriormente mencionadas), a lousa do cérebro é temporariamente apagada e novas sugestões são aceitas.

Para alguns, a cura pode ser permanente. Para muitos, irá durar de quatro dias a uma semana, que é, incidentalmente, o tempo que dura normalmente uma sugestão hipnótica dada a uma pessoa. Mesmo que a cura não dure, se eles voltarem na semana seguinte, o poder da sugestão pode continuamente fazer ignorar o problema... ou, algumas vezes, lamentavelmente, pode mascarar um problema físico que pode se mostrar prejudicial ao indivíduo, a longo prazo.

            Eu não estou dizendo que curas legítimas não aconteçam. Acontecem. Pode ser que o indivíduo estava pronto para largar a negatividade que causou o problema em primeiro lugar; pode ser obra de Deus. Mas afirmo que isto pode ser explicado com o conhecimento existente acerca das funções cérebro/mente.

            O uso de técnicas hipnóticas por religiões é sofisticado, e profissionais asseguram que elas tornaram-se ainda mais efetivas. Um homem em Los Angeles está projetando, construindo e reformando um monte de igrejas por todo o país. Ele diz aos ministros o que eles precisam, e como usá-lo. Sua fita gravada indica que a congregação e a renda dobrarão, se o ministro seguir suas instruções. Ele admite que cerca de 80 por cento de seus esforços são para o sistema de som e de iluminação.

 

 

Seis Técnicas de Conversão


           
Cultos e organizações que ensinam potencial humano estão sempre procurando por novos convertidos. Para conseguí-los, eles precisam criar uma fase cerebral. E geralmente precisam fazê-lo em um curto espaço de tempo: um fim-de-semana, até mesmo em um dia. O que se segue são as seis técnicas primárias usadas para gerar a conversão.
            O encontro ou treinamento tem lugar em uma área onde os participantes estão desligados do resto do mundo. Isto pode ser em qualquer lugar: uma casa isolada, um local remoto ou rural, ou mesmo no salão de um hotel, onde aos participantes só é permitido usar o banheiro, limitadamente. Em treinamentos de potencial humano, os controladores darão uma prolongada conferência acerca da importância de "honrar os compromissos" na vida. Aos participantes é dito que, se eles não honram seus compromissos, sua vida nunca irá melhorar. É uma boa idéia honrar compromissos, mas os controladores estão subvertendo um valor humano positivo, para os seus interesses egoístas. Os participantes juram para si mesmos e para os treinadores que eles honrarão seus compromissos. Qualquer um que não o faça será intimado a um compromisso, ou forçado a deixá-los. O próximo passo é concordar em completar o treinamento, deste modo assegurando uma alta porcentagem de conversões para as organizações. Eles terão, normalmente, que concordar em não tomar drogas, fumar, e algumas vezes não comer...ou lhes são dados lanches rápidos de modo a criar tensão.    

            A razão real para estes acordos é alterar a química interna, o que gera ansiedade e, espera-se, cause ao menos um ligeiro mal-funcionamento do sistema nervoso, que aumente o potencial de conversão.

            Antes que a reunião termine, os compromissos serão lembrados para assegurar que o novo convertido vá procurar novos participantes. Fique precavido se uma organização deste tipo oferecer sessões de acompanhamento depois do seminário. 

Estas podem ser encontros semanais ou seminários baratos dados em uma base regular, nos quais a organização tentará habilmente convencê-lo, ou então será algum evento planejado regularmente, usado para manter o controle.

 
Dica 1:Um controle de longo prazo é dependente de um bom sistema de acompanhamento.


Dica 2: Quando táticas de conversão estão sendo usadas? A manutenção de um horário que causa fadiga física e mental é primariamente alcançado por longas horas nas quais aos participantes não é dada nenhuma oportunidade para relaxar ou refletir

.
Dica 3: Utilizadas técnicas para aumentar a tensão na sala ou meio-ambiente.

 
Dica 4: Incerteza. Há várias técnicas para aumentar a tensão e gerar incerteza.

 

Basicamente, os participantes estão preocupados quanto a serem notados ou apontados pelos instrutores; sentimentos de culpa se manifestam, e eles são tentados a relatar seus mais íntimos segredos aos outros participantes, ou forçados a tomar parte em atividades que enfatizem a remoção de suas máscaras. Um dos mais bem sucedidos seminários de potencial humano força os participantes a permanecerem em um palco à frente da audiência, enquanto são verbalmente atacados pelos instrutores. Uma pesquisa de opinião pública, conduzida a alguns anos, mostrou que a situação mais atemorizante na qual um indivíduo pode se encontrar, é falar para uma audiência. Isto iguala-se à lavar uma janela externamente, no 85º andar de um prédio. 

Então você pode imaginar o medo e a tensão que esta situação gera entre os participantes. Muitos desfalecem, mas muitos enfrentam o stress por uma mudança de mentalidade. Eles literalmente entram em estado alfa, o que automaticamente os torna mais sugestionáveis do que normalmente são. E outra volta da espiral descendente para a conversão é realizada com sucesso.

 
Dica 5: Táticas de conversão estão sendo usadas com a introdução de jargão, novos termos que tem significado unicamente para os "iniciados" que participam. Linguagem viciosa é também freqüentemente utilizada, de propósito, para tornar desconfortáveis os participantes.


Dica 6 : Não haver nenhum humor na comunicação, ao menos até que os participantes sejam convertidos. Então, divertimentos e humor são altamente desejáveis, como símbolos da nova alegria que os participantes supostamente "encontraram".

Isto não quer dizer que boas coisas não resultem da participação em tais reuniões. Isto pode ocorrer. Mas é importante para as pessoas saberem o que aconteceu, e ficarem prevenidas de que o contínuo envolvimento pode não ser de seu maior interesse.

Reuniões de culto e treinamentos de potencial humano são um ambiente ideal para se observar em primeira mão o que é tecnicamente chamado de "Síndrome de Estocolmo". Esta é uma situação na qual aqueles que são intimidados, controlados e torturados começam a amar, admirar e muitas vezes até desejar sexualmente os seus controladores ou captores.

Mas permitam-me deixar aqui uma palavra de advertência: se você pensa que pode assistir tais reuniões e não ser afetado, você provavelmente está errado. Um exemplo perfeito é o caso de uma mulher que foi ao Haiti com Bolsa de Estudos da Guggenheim para estudar o vudu haitiano. Em seu relatório, ela diz como a música eventualmente induz movimentos incontroláveis do corpo, e um estado alterado de consciência. Embora ela compreendesse o processo e pudesse refletir sobre o mesmo, quando começou a sentir-se vulnerável à música ela tentou lutar e fugir. Raiva ou resistência quase sempre asseguram conversão. Poucos momentos mais tarde ela sentiu-se possuída pela música e começou a dançar, em transe, por todo o local onde se realizava o culto vudu. A fase cerebral tinha sido induzida pela música e pela excitação, e ela acordou sentindo-se renascida. A única esperança de assistir tais reuniões sem sentir-se afetado é não se permitir sentimentos positivos ou negativos. 

Poucas pessoas são capazes de tal neutralidade.

 

 

 

Processo de Decognição


           
Uma vez que a conversão inicial é realizada, nos cultos, no treinamento militar, ou em grupos similares, não pode haver dúvidas entre seus membros. Estes devem responder aos comandos, e fazer o que estes lhes disserem. De outra forma, eles seriam perigosos ao controle da organização. Isto é normalmente conseguido pelo

 

Processo de Decognição em três passos.

            O primeiro passo é o de REDUÇÃO DA VIGILÂNCIA: os controladores provocam um colapso no sistema nervoso, tornando difícil distinguir entre fantasia e realidade. Isto pode ser conseguido de várias maneiras. DIETA POBRE é uma; muito cuidado com Brownies e com Koolaid. O açúcar 'desliga' o sistema nervoso. Mais sutil é a "DIETA ESPIRITUAL", usada por muitos cultos. Eles comem somente vegetais e frutas; sem o apoio dos grãos, nozes, sementes, laticínios, peixe ou carne, um indivíduo torna-se mentalmente "aéreo". Sono inadequado é outro modo fundamental de reduzir a vigilância, especialmente quando combinada com longas horas de intensa atividade física. Ser bombardeado com experiências únicas e intensas também consegue o mesmo resultado.

            O segundo passo é a CONFUSÃO PROGRAMADA: você é mentalmente assaltado enquanto sua vigilância está sendo reduzida conforme o passo um. Isto se consegue com um dilúvio de novas informações, leituras, discussões em grupo, encontros ou tratamento individual, os quais usualmente eqüivalem ao bombardeio do indivíduo com questões, pelo controlador. Durante esta fase de decognição, realidade e ilusão freqüentemente se misturam, e uma lógica pervertida é comumente aceita.
            O terceiro passo é PARADA DO PENSAMENTO: técnicas são usadas para causar um "vazio" na mente. Estas são técnicas para alterar o estado de consciência, que inicialmente induzem calma ao dar à mente alguma coisa simples para tratar, com uma atenta concentração. O uso continuado traz um sentimento de exultação e eventualmente alucinação. O resultado é a redução do pensamento, e eventualmente, se usado por muito tempo, a cessação de todo pensamento e a retirada de todo o conteúdo da mente, exceto o que os controladores desejem. O controle é, então, completo. É importante estar atento que quando membros ou participantes são instruídos para usar técnicas de "parar o pensamento", eles são informados de que serão beneficiados: eles se tornarão "melhores soldados", ou "encontrarão a luz".

 

            Há três técnicas primárias usadas para parar o pensamento.

A primeira é a MARCHA: a batida do tump, tump, tump literalmente gera auto-hipnose, e grande susceptibilidade à sugestão.

            A segunda técnica para parar o pensamento é a MEDITAÇÃO. Se você passar de uma hora a uma hora e meia por dia em meditação, depois de poucas semanas há uma grande probabilidade de que você não retornará à consciência plena normal beta. 

            Você permanecerá em um estado fixo alfa tanto mais quanto você continue a meditar. Não estou dizendo que isto é ruim. Se você mesmo o faz pode então ser benéfico. Mas é um fato que você está levando a sua mente a um estado de vazio. 

Nos testes aplicados a quem medita, o resultado é conclusivo: quanto mais você medita, mais vazia se torna a sua mente, principalmente se usada em excesso ou em combinação com decognição; todos os pensamentos cessam.

A terceira técnica de parar o pensamento é pelo CÂNTICO, e freqüentemente por cânticos em meditação. "Falar em línguas" poderia também ser incluído nesta categoria.
            Todas as três técnicas produzem um estado alterado de consciência. Isto pode ser muito bom se você está controlando o processo, porque você também controla o que vai usar. Se você usar ao menos uma sessão de auto-hipnose cada dia, poderá ser muito benéfico. Mas você precisa saber que se usar estas técnicas a ponto de permanecer continuamente em estado alfa, embora permaneça em um estado levemente embriagado, estará também mais sugestionável.

 


Verdadeiros Crentes & Movimentos de Massa


           
Provavelmente um terço da população é aquilo que Eric Hoffer chama "verdadeiros crentes". Eles são sociáveis, e são seguidores... são pessoas que se deixam conduzir por outros. Eles procuram por respostas, significado e por iluminação fora de si mesmos.
            Hoffer, que escreveu "O verdadeiro crente", um clássico em movimentos de massa, diz: "os verdadeiros crentes não estão decididos a apoiar e afagar o seu ego; têm, isto sim, uma ânsia de se livrarem dele. Eles são seguidores, não em virtude de um desejo de auto-aperfeiçoamento, mas porque isto pode satisfazer sua paixão pela auto-renúncia!". Hoffer também diz que os verdadeiros crentes "são eternamente incompletos e eternamente inseguros"!

Tudo o que se deve fazer é tentar mostrar-lhes que a única coisa a ser buscada é a Verdade interior. Suas respostas pessoais deverão ser encontradas lá, e solitariamente. A base da espiritualidade é a auto-responsabilidade e a auto- evolução, mas muitos dos verdadeiros crentes apenas respondem que o ateu não possui espiritualidade, e vão em seguida procurar por alguém que lhes dará o dogma e a estrutura que eles desejam.
            Nunca subestime o potencial de perigo destas pessoas. Eles podem facilmente ser moldado como fanáticos, que irão com muito prazer trabalhar e até morrer pela sua causa sagrada. Isto é um substituto para a sua fé perdida, e freqüentemente lhes oferece um substituto para a sua esperança individual. A maioria moral é feita de verdadeiros crentes. Todos os cultos são compostos de verdadeiros crentes. Você os encontrará na política, nas igrejas, nos negócios e nos grupos de ação social. Eles são os fanáticos nestas organizações.
            Os Movimentos de Massa possuem normalmente um líder carismático. Seus seguidores querem converter outros para o seu modo de vida ou impor um novo estilo de vida: se necessário, recorrendo a uma legislação que os force a isto, como evidenciado pelas atividades da Maioria Moral. Isto significa coação pelas armas ou punição, que é o limite em se tratando de coação legal.

Um ódio comum, um inimigo, ou o demônio são essenciais ao sucesso de um movimento de massas. Os Cristão Renascidos tem o próprio Satã, mas isto não é o bastante: a ele se soma o oculto, os pensadores da Nova Era, e mais tarde, todos aqueles que se oponham à integração de igreja e política, como evidenciado pelas suas campanhas políticas contra a reeleição daqueles que se oponham às suas opiniões. Em revoluções, o demônio é usualmente o poder dominante ou a aristocracia. Alguns movimentos de potencial humano são bastantes espertos para pedir a seus graduados para que associem-se a alguma coisa, o que o etiquetaria como um culto mas, se você olhar mais de perto, descobrirá que o demônio deles é quem quer que não tenha feito o seu treinamento.

Há movimentos de massa sem demônios, mas eles raramente alcançam um maior status. Os Verdadeiros Crentes são mentalmente desequilibrados ou mesmo pessoas inseguras, sem esperança e sem amigos. Pessoas não procuram aliados quando estão amando, mas eles o fazem quando odeiam ou tornam-se obcecados com uma causa. E aqueles que desejam uma nova vida e uma nova ordem sentem que os velhos caminhos devem ser destruídos antes que a nova ordem seja construída.



 


Técnicas de Persuasão


           
Persuasão não é uma técnica de lavagem cerebral, mas é a manipulação da mente humana por outro indivíduo, sem que o sujeito manipulado fique consciente do que causou sua mudança de opinião. A base da persuasão é sempre o acesso ao seu CÉREBRO DIREITO. A metade esquerda de seu cérebro é analítica e racional. O lado direito é criativo e imaginativo. Isto está excessivamente simplificado, mas expressa o que quero dizer. Então, a idéia é desviar a atenção do cérebro esquerdo e mantê-lo ocupado. Idealmente, o agente gera um estado alterado de consciência, provocando uma mudança da consciência beta para a alfa.

Primeiro, será dado um exemplo de como distrair o cérebro esquerdo. Políticos usam esta poderosa técnica todo o tempo; advogados usam muitas variações, as quais eles chamam "apertar o laço".

Assuma por um momento que você está observando um político fazendo um discurso. Primeiro, ele pode suscitar o que é chamado "SIM, SIM". São declarações que provocarão assentimentos nos ouvintes; eles podem mesmo sem querer balançar suas cabeças em concordância. Em seguida vem os TRUÍSMOS. Estes são, usualmente, fatos que podem ser debatidos, mas uma vez que o político tenha a concordância da audiência, as vantagens são a favor do político, que a audiência não irá parar para pensar a respeito, continuando a concordar. Por último vem a SUGESTÃO. Isto é o que o político quer que você faça, e desde que você tenha estado concordando todo o tempo, você poderá ser persuadido a aceitar a sugestão. 

Agora, se você ler o discurso político a seguir, você perceberá que as três primeiras sentenças são do tipo "sim, sim", a três seguintes são truísmos, e a última é a sugestão.
            "Senhoras e senhores: vocês estão indignados com os altos preços dos alimentos? Vocês estão cansados dos astronômicos preços dos combustíveis? Estão doentes com a falta de controle da inflação? Bem, vocês sabem que o outro Partido permitiu uma inflação de 18 por cento no ano passado; vocês sabem que o crime aumentou 50 por cento por todo o país nos últimos 12 meses, e vocês sabem que seu cheque de pagamento dificilmente vem cobrindo os seus gastos. Bem, a solução destes problemas é eleger-me, Daniel Haddad, para o Senado do Brasil"

Você já ouviu isto antes. Mas você poderia atentar também para os assim chamados Comandos Embutidos. Como exemplo: em palavras chaves, o locutor poderia fazer um gesto com sua mão esquerda, a qual, como os pesquisadores tem mostrado, é mais apta para acessar o seu cérebro direito. Os políticos e os brilhantes oradores de hoje, orientados pela mídia, são com freqüência cuidadosamente treinados por uma classe inteiramente nova de especialistas, os quais estão usando todos os truques, tanto novos quanto antigos, para manipulá-lo a aceitar o candidato deles.
            Os conceitos e técnicas da Neuro-Lingüística são tão fortemente protegidos que, mesmo para falar sobre ela publicamente ou em impressos, isto resulta em ameaça de ação legal.

Uma outra técnica é inacreditavelmente escorregadia; ela é chamada de TÉCNICA INTERCALADA, e a idéia é dizer uma coisa com palavras, mas plantar um impressão inconsciente de alguma outra coisa na mente dos ouvintes e/ou observadores. Por exemplo: suponha que você está observando um comentarista da televisão fazer a seguinte declaração: "O SENADOR JONAS está ajudando as autoridades locais a esclarecer os estúpidos enganos das companhias que contribuem para aumentar os problemas do lixo nuclear". Isto soa como uma simples declaração, mas, se o locutor enfatiza a palavra certa, e especialmente se ele faz o gesto de mãos apropriado junto com as palavras chaves, você poderia ficar com a impressão subconsciente de que o senador Jonas é estúpido. Este era o objetivo subliminar da declaração, e o locutor não pode ser chamado para explicar nada.

Técnicas de persuasão são também freqüentemente usadas em pequena escala com muita eficácia. O vendedor de seguro sabe que a sua venda será provavelmente muito mais eficaz se ele conseguir que você visualize alguma coisa em sua mente. É uma comunicação ao cérebro direito. Por exemplo, ele faz uma pausa em sua conversação, olha vagarosamente em volta pela sua sala, e diz: "Você pode imaginar esta linda casa incendiando até virar cinzas?". Claro que você pode! Este é um de seus medos inconscientes, e quando ele o força a visualizar isto, você está sendo muito provavelmente manipulado a assinar o contrato de seguros. Os Hare Krishna, ao operarem em um aeroporto, usam a chamada técnica de CHOQUE E CONFUSÃO para distrair o cérebro esquerdo e comunicarem-se diretamente com o cérebro direito.  Alguns agem em aeroportos e a sua técnica era a de saltar na frente de quem passasse. Inicialmente, sua voz era alta; então ele abaixava o tom enquanto pedia para que a pessoa levasse um livro, após o que pedia uma contribuição em dinheiro para a causa. 

Usualmente, quando as pessoas ficam chocadas, elas imediatamente recuam. Neste caso, eles ficavam chocados pela estranha aparência, pela súbita materialização e pela voz alta do devoto Hare Krishna. Em outras palavras, as pessoas iam para um estado alfa por segurança, porque elas não queriam confrontar-se com a realidade à sua frente. Em alfa, elas ficavam altamente sugestionáveis, e por isto aceitavam a sugestão de levar o livro; no momento em que pegavam o livro, sentiam-se culpadas e respondiam a uma segunda sugestão: dar dinheiro. Nós estamos todos condicionados de tal forma que, se alguém nos dá alguma coisa, nós temos de dar alguma coisa em troca que, neste caso, era dinheiro. Muitas das pessoas que ele parara exibiam um sinal externo de que estavam em alfa: seus olhos estavam dilatados.



 


Vibrato


           
Isto nos leva a mencionar o VIBRATO. Vibrato é o efeito de trêmulo feito por alguma música instrumental ou vocal, e a sua faixa de freqüências conduz as pessoas a entrarem em um estado alterado de consciência. Em um período da história inglesa, aos cantores cuja voz possuía um vibrato pronunciado não era permitido cantarem em público, porque os ouvintes entravam em um estado alterado de consciência, quando então tinham fantasias, inclusive de ordem sexual. Pessoas que assistem à ópera ou apreciam ouvir cantores como Mário Lanza estão familiarizados com os estados alterados induzidos pelos cantores.

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publicado por SÉRGIO RIBEIRO às 01:15

Quinta-feira, 01 de Julho de 2010

 

 

 

Todos os anos, por época da “semana santa”, sempre são mostrados filmes sobre a vida de Jesus, dando ênfase à sua “paixão”. Numa dessas ocasiões, nossa filha estava assistindo a um desses, quando passamos à frente da TV, justamente no momento em que se desenrolava a “via sacra”, onde nos mostram Jesus sendo chicoteado e achincalhado durante o percurso até o Gólgota, local de sua  crucificação.

Como ela sabe que somos contra determinadas passagens descritas na Bíblia, só para nos provocar, ela perguntou o que poderíamos dizer sobre a caminhada de Jesus para sua crucificação, oportunidade em que lhe dissemos que a “via sacra”, como toda peça teatral, foi montada para que a Igreja Católica pudesse transmitir uma mensagem aos seus fiéis sobre os fatos supostamente ocorridos nos momentos próximos à execução de Jesus, já que na Bíblia não há nenhuma descrição do que aconteceu no trajeto entre o Pretório e o local onde Jesus foi crucificado.

Sabemos que o que estamos dizendo vai chocar muita gente, principalmente aqueles que só entendem da Bíblia o que os padres ou os pastores dizem nas suas pregações e não se dão ao trabalho de ir lá “conferir” para ver o que, realmente, diz a “palavra de Deus”. E a “via sacra” é uma dessas coisas que falam, mas que não há nenhuma narrativa dela na Bíblia.

Vejamos o que dizem os quatro livros do Evangelho, na versão da SBB - Almeida Revista e Corrigida, edição 1995, relativamente ao trajeto que veio a ser considerado como “a via dolorosa”:

Mateus 27

31 E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado. 32 E, quando saíam, encontraram um homem cireneu, chamado Simão, a quem constrangeram a levar a sua cruz.

Marcos 15

20 E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes, e o levaram para fora, a fim de o crucificarem. 21 E constrangeram um certo Simão Cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, a que levasse a cruz.

Lucas 23

25 E soltou-lhes o que fora lançado na prisão por uma sedição e homicídio, que era o que pediam; mas entregou Jesus à vontade deles. 26 E, quando o iam levando, tomaram um certo Simão, cireneu, que vinha do campo, e puseram-lhe a cruz às costas, para que a levasse após Jesus. [na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da SBB e em algumas católicas é dito atrás de]

João 19

16 Então entregou-lho, para que fosse crucificado. E tomaram a Jesus, e o levaram. 17 E, levando ele às costas a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, que em hebraico se chama Gólgota,” (grifamos)

Pelos textos acima transcritos não é preciso fazer muito esforço para se verificar que em Mateus e Marcos as narrações do fato foram de forma semelhante, até em relação ao ato de Simão, de Cirene, ter sido forçado a carregar a cruz em lugar de Jesus, indo, em Marcos, até ao detalhe de indicar os nomes de quem Simão era pai.

Em Lucas e João o mesmo fato é narrado de forma diferente entre si, sendo que, entre a narração de Lucas e a dos dois primeiros, só houve uma “pequena” mudança quanto ao fato de Simão ter carregado a cruz após (na Nova Tradução na Linguagem de Hoje, da SBB e em algumas católicas é dito atrás de) Jesus.

 

Já em João fica clara a diferença na narração do fato, pois neste livro é dito que foi Jesus quem carregou a cruz.

Não é lógico, pelo menos nesse ponto, querer justificar essa contradição dizendo que os Evangelhos se completam, pois narrações antagônicas sobre o mesmo fato não podem se completar. Logo, tal entendimento não pode servir de argumento, dado que os seus autores não os escreveram numa mesma época; além do mais, somente mais tarde é que esses escritos vieram compor o segundo tomo da Bíblia, denominado de Novo Testamento.

Aqui, pedimos a atenção do leitor para a possibilidade de os dirigentes do então incipiente Cristianismo terem incluído entre os seus objetivos o estabelecimento de determinados “pilares” doutrinários, visando dar-lhe uma estrutura de instituição sólida e duradoura, a exemplo do Judaísmo, de onde ele se originou. Daí a introdução, pelo Catolicismo, do ritual do “sacrifício” de Jesus na cruz, por analogia ao “cordeiro imolado” do Judaísmo, para justificar o perdão dos pecados cometidos por toda a humanidade durante a vigência do Antigo Testamento como, também, a introdução da cultura da aceitação do sofrimento, a exemplo do suportado por Jesus na cruz, como um dos caminhos da nossa salvação.

Eis aí, no nosso entender, o motivo da narração de João ter ficado divergente das constantes em Mateus, Marcos e Lucas, sobre o trajeto de Jesus, entre o Pretório e o local onde Ele foi crucificado. Esclarecemos ao leitor que em nenhum dos quatro Livros é mencionado qualquer fato acontecido nesse trajeto, exceto quanto ao relativo a quem levou a cruz, igual nos três primeiros, mas diferente no de João.

Daí termos feito as duas interrogações que dão título a este trabalho; isso porque, achamos, o texto de João deve ter sido elaborado visando dar suporte doutrinário à instituição da via dolorosa, conhecida como “via sacra”, com suas estações de tortura e sofrimento, culminando com a execução de Jesus na cruz, tendo por motivação o afloramento de uma grande emoção nos fiéis que assistem a tais espetáculos, especialmente nas proximidades e durante as “comemorações” da “semana santa”. Convém repetir que, tendo o Cristianismo surgido no seio do Judaísmo, não pode ser desprezada a “conveniência” da implantação de rituais para

que essa então nova doutrina, pregada por Jesus, fosse facilmente assimilada como uma nova religião pelos fiéis do Judaísmo, no seio do qual Jesus nasceu e pregou sua Doutrina. Daí a Sua morte na cruz, por analogia ao cordeiro imolado do Judaísmo, ter sido transformada, pelos dirigentes do Catolicismo de então, e adotada pelos demais seguimentos cristãos dele originários, direta ou indiretamente, como um sacrifício mais “refinado” e duradouro do que o do ritual Judaico, já que neste eram utilizados apenas animais para perdão dos pecados cometidos por seus fiéis durante o ano anterior.

Nesse ponto, solicitamos a atenção do leitor para as passagens descritas em:

Mateus 10,38

“E quem não toma a sua cruz e não segue após mim não é digno de mim.”

E 16:24 Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz e siga-me;”

Marcos 8,34

“E, chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.”

Lucas 9,23

“E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me. e

14,27 E qualquer que não levar a sua cruz e não vier após mim não pode ser meu discípulo.”

 

Como o leitor poderá notar, nesses três livros consta que Jesus manda cada um dos seus seguidores carregar a sua cruz; daí, fazemos a seguinte pergunta: Que ensinamento podemos tirar desta passagem, se Ele não carrega a Sua própria cruz?!

E não nos venham dizer que, aqui, se trata de um caso típico de aplicação de sentido figurado, pois em João consta Ele carregando a Sua e não consta Ele mandando os seus seguidores carregarem as deles; já nos outros três consta Ele mandando seus seguidores carregarem as suas e não consta Ele carregando a Sua própria.

Em consequência desses textos bíblicos, só poderemos:

 

1) deduzir que:

a) como em Mateus, Marcos e Lucas, Jesus mandou cada um dos seus seguidores carregar a sua cruz, mas como nesses mesmos três livros não consta que Ele tenha carregado a Sua, esse fato põe por terra o que neles está escrito, já que, aí, Jesus não deu o exemplo; portanto “tornou-se necessário” “suprir-se” tal lacuna, ainda que no momento extremo de Sua vida, o que foi feito com a inclusão dessa tarefa em Jo 19,17, “harmonizando”,

assim, os textos bíblicos; ou

b) por constar em Jo 19,17 que Jesus carregou a sua cruz, e nos

outros três não constar a descrição desse mesmo fato narrado em João, houve “necessidade” em se “incluir” tal hipótese neles, ainda que sob a forma de Jesus sugerindo aos outros, em algumas passagens (por coincidência, semelhantes neles três), a exemplo das semelhanças ocorridas nos textos descrevendo o carregamento da cruz por Simão. e,

 

2) concluir que a “via sacra” não existiu, por não constar da Bíblia.

Como o leitor poderá notar, as nossas deduções e a correspondente conclusão têm a sua lógica, porque baseadas naquilo que está escrito, ou que não está escrito na “palavra de Deus”.

São divergências como essas, sobre o que está escrito, ou não está escrito na Bíblia, que nos impedem de aceitar tudo o que dizem os profissionais da religião estar explícito ou implícito na palavra de Deus. E não venham os adeptos da sua inerrância dizer que ela não contém erros, por ter sido escrita por inspiração divina...

Por que dizemos isso? Por ter sido escrita por homens como nós, suscetíveis a erros; e mais: porque a inspiração não depende só de quem a transmite, mas, principalmente, de quem a recebe; é como o rádio e a TV que, para serem perfeitas a transmissão e a recepção, tem que haver compatibilidade (sintonia) entre o transmissor e o receptor, sob pena de a mensagem não ser recebida com a mesma clareza da sua transmissão; tanto é verdade, que Jesus nos alerta em Mt 24,24 e Mc 13,22 para o surgimento de falsos messias e de falsos profetas, mostrando que estes tentarão seduzir até os escolhidos, alerta esse confirmado por Pedro e João (2Pd 2,1 e 1Jo 4,1). Ora, o que serão falsos messias e falsos profetas? São aqueles que se apresentam dizendo-se portadores das mensagens do plano divino (o que está cheio deles por aí), procurando enganar os incautos com seus “milagres”, ou suas pregações em nome Dele, mas sempre mediante o pedido de contribuições para divulgação do evangelho de um je$u$, diverso daquele em nome de quem eles se apresentam como representantes aqui na Terra. Estão aí os exemplos dos grupos de comunicação “religiosos” (verdadeiros impérios econômicos), criados e mantidos por contribuições solicitadas com a desculpa de que são para divulgar o “evangelho” de um “senhor je$u$”; só não os vê quem não quer, ou são daqueles que acreditam que, com essas suas contribuições, estarão garantindo suas “vaguinhas” no céu...

JOÃO FRAZÃO DE MEDEIROS LIMA

www.apologiaespirita.org

 

 

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Excelente texto. Parabéns!
É como você mesmo colocou no subtítulo do seu blog...
Ok, Sergio.O seu e-amil é só esse: oigres.ribeiro@...
Ok, desejaria sim.
Ola, Sérgio.Gotaria de lhe fazer um convite:Gostar...
Obrigado e abraços.
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